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moon phases |


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OI GALERA FAZ UM TEMPINHO QUE NUM POSTO NADA NEH MAS TO AKI DENOVO PRA FALAR UM POUCO D WITHIN TEMPATION ESSA BANDA EH MUITO BOA QM NUNCA OUVIU OUVE ELA AKI NO MEU BLOG EH SO APERTA PLAY Q A MUSICA Never Ending Story TOCA FUI... |
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23h23
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ESSE EH O NOVO CD DO TRISTANIA
DEVE SER MUITO BOM AINDA NUM OUVI
E NEM VOU NO SHOW ![]()
![]()
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12h11
Vejo a face da morte em seu rosto
Vejo a desilusão em cada gesto seu
Vejo alma vazia atavés de seus olhos
Seu sorriso só confirma a tristeza em seu coração!
Seu espírito enxarcado pelas lágrimas q não caem.....
Sua pele branca e suas vestimentas pretas
espalham constante conflito em seu interior
Sintomas de um morto vivo!
O corpo ainda responde
porém a alma já não respira
Apenas mais um anjo negro
Que vaga pela noite!
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12h05
The Phantom Agony
I can’t see you, I can’t hear you
Do you still exist?
I can’t feel you, I can’t touch you,
Do you exist?
The Phantom Agony
I can’t taste you, I can’t think of you,
Do we exist at all?
[II. Between hope and despair]
The future doesn’t pass
And the past won’t overtake the present
All that remains is an obsolete illusion
We are afraid of all the things that could not be
A phantom agony
Do we dream at night
Or do we share the same old fantasy?
I am a silhouette of the persen wandering in my dreams
Tears of unprecedented beauty
Reveal the truth of existence
We’re all sadists
The age-old development of consciousness
Drives us away from the essence of life
We meditate too much,
so that our instincts will fade away
They fade away
What’s the point of life
And what’s the meaning if we all die in the end?
Does it make sense to learn or do we forget everything?
Tears of unprecedented beauty
Reveal the truth of existence
We’re all pessimists
Teach me how to see and free the disbelief in me
What we get is what we see, the Phantom Agony
A te spiritus noster devoratur
Et nostra anima capitur
[III. Nevermore]
The lucidity of my mind has been revealde in new dreams
I am able to travel where my heart goes
In search of self-realisation
This is the way to escape from our agitation
And develop ourselves
Use your illusion and enter my dream
ESSA MUSICA EH DA BANDA EPICA MUITO LOKA
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14h34
Noturnos
Na badalada da meia noite
Sussurra um coração gótico
Acordam todos os espíritos
Que evadem a mente das pessoas sanas
Enquanto alguns pedem por paz
Nosso dia começou mais uma vez
Nós queremos guerras
Nós choramos e nós lutamos
Nós somos seres violentos
Nós somos perigosos
Nós somos o futuro
O presente e o passado obscuro
Todos nos temem
Pois somos almas soltarias a correr pela noite
Por uma imensidão
Enquanto todos dormem
Nós estamos acordados
Falando com os anjos
Respondendo alucinações
Por que nossas almas já foram condenadas
E não podemos fazer nada
Convivemos com a dor
Vivemos para a morte
Por que somos a realidade do mundo
Todos os choros
Todos os sofrimentos
Todos os desejos ocultos
De todos e tudo
E nos somos um só
Nada poderá mudar isso
Somos vampiros tentando ser humanos
Enquanto os humanos tentam ser vampiros
Nos sugamos sangue das nossas vitimas
E imploramos por guerra
Todo o sangue esta em nossa mão
Somos demoníacos
Somos maus espíritos
Pessoas mortas e renascidas nas trevas
Demoramos algum tempo para compreender isso
Mas nos somos diferentes
E eu sou uma dela
Eu vivo para me satisfazer
Eu sou violenta
Eu sou sangrenta
Eu sou demoníaca
E eu posso muito bem satisfazer tuas fantasias
Por que posso te alucinar
Posso ver você sangrar de dor
Enquanto colo meu corpo ao teu
Você consegue sentir que é meu
Posso fazer você sentir prazer
E ao mesmo tempo dor
Eu posso ser você
Por que posso te matar
Por que eu...
Eu sou maior que deus
Eu sou o silencio de uma mente assassina
Eu sou a escuridão
Eu sou o breu
Eu sou o frio
Eu sou tudo que você pode desejar
Eu sou o amor que não se pode amar
A pessoa que não se pode ter
Mas eu ainda eu posso te satisfazer
A qualquer hora
A qualquer dia
Só eu serei a fantasia
Serei a dor das feridas abertas
O Cheiro do sangue derramado
Em algum lugar do passado
Pois uma mente maldita nunca descansa
E um assassino esta sempre pronto para matar
Não sabe quem será o próximo
Muito menos quando parar
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13h27

Diante à solidão desse lugar funéreo
Mergulho nos pensamentos e nos tormentos
Que afligem, e me seguem todos os momentos
E decido entrar então nesse cemitério
A chuva cai sobre os túmulos sonolentos
Tais sombras sob a escuridão persistem
A dizer que minhas esperanças inexistem
E eu, caminho em meio aos eternos leitos
Aos prantos, reflito nesse mórbido lugar
Questionamentos que insistem'e torturar
E a chuva, conforta, derramando seus largos fios
Num clarão desperto - e foi tudo em vão
Continua me apertar o vazio no coração
Todo completo por paradoxos podres frios
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12h56

PARA Q AMAR SE A MORTE
NAUM NOS DEIXA VIVER.
DE QUE ADIANTA, A VIDA SE NEUM
PODEMOS VIVER
PARA REPASAR NOSSA EXEPERIÊNCIA...
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12h55
Cavaleiros do final
Ei! Aqui estão eles a minha volta,
A espreitar e observar minha revolta.
São monstros rastejantes e sombrios.
Deixarão meu corpo, minha mente, vazios.
Eles aparecem, somem e denovo aparecem
Mas eles aqui neste ambiente permanecem
Me carregarão rumo a tão temida morte
Não me levaram ainda, talvez por sorte
Então contra eles luto, e aos gritos
Ergo meus gládios contra os malditos
Os Espectros rastejantes do meu final
Mas surpreendo-me, eles de algum jeito
Energia cedem, causam fervor em'eu peito
E junto deles sigo, nessa maldição carnal
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12h53
"Anjo Mórbido"
Estranho anjo de coerentes línguas afiadas,
atitudes destinadas a fracasso,propósito de
esperanças enganosas,caminhos entrelaçados
ao luar sangrento de noites inquietas,não há vida
para este anjo que desafia a andar pelos obscuros
planos dentre de uma outra dimensão a qual lamenta
a caminhar de cabeça baixa,os paraísos são no
total mentiras,cair em decadência,agonia atacar seu
sombrio coração,túnel tenebroso a passar
todos os dias,vida submetida a seguir com
sonhos insanos incontroláveis,fumaça
atravessar suas vestes pretas,
cheiro de desrespeito,a gritar com temor em cantos
proibidos de glamour,tempo a passar em segundos
de ir e voltar,nada a achar uma porta em que deve escapar,
desespero angustiante de pensamentos a vir por palavras
que nada possa,espantosas estas paranóias de uma vida
em vão,mas poderá não matá-las com tal estupidez,
dias a passar...saudades a doer,decadência novamente
de suas atitudes,falhas de decepção profunda,
para viver tende a se morrer,
purifica-se a trajetória morbidez,herenge discordância,
ao redor deste luar vermelho,o distante sol a se por,
sinta-se pressionada,neste paraiso que fantasiará,de ilusões,
mentiras inrreparáveis que o tempo as corrigiu com verdades
trancafiadas,as eternidades em que viveu naquele inferno,
construa-me até o céu,e a vida nunca cessará,o tempo
nunca parou,não falhar,agora é a hora,fuja deste pecado,
pare enquanto a tempo,não olhe para trás,siga sua sombra
que avistára o caminho de seu inferno,
vida a iluminar o corpo,alma a agradecer,
coração a tornar um vidro onde em cada
caco..uma lembrança de amores em que não amou,
uma dor constante,agonia,desespero,angustia..sofrimento
inquieto,suportar inoja,coração acelerado,idéias atrapalhar-se,
tinta a falhar,ouça-se uma canção no fundo do sotão,
comôdos a diminuir,pressione uma tomada,
não há força apenas a lânguida escuridão...
coração transborda uma infelicidade,um sossego
perverso que se atinge como se um punhal
atravessa-se seu peito marcado por tempestades em
qual se vê lutar,aflição atacar tranquilidade,
coração desesperado,sente uma agonia informal,
seu corpo embutido por trás daquele sotão escuro
e trancado de lembranças oprimidas de vergonhas,
uma torre diferente de tantas outras em que já entrastes,
nao ofuscastes a imagem de isolo,se isolou em tua construção,
em dormência de teus olhos,
macabro que deitas em seu leito,
mortalha sejas sua aparição no espelho,
uma absurda vontade de morrer entre linhas
cruciais a nao ditar-se a sombra,
em um cemitério de anjos lacerados,a pedra de
mármore que deitas suas mais sepulcras tristezas,
Inscrito na Lápide negra lamentos de uma
existência nao reparada,
anjos negros experimentam suas lágrimas,
em um redemoinho de vozes maquiavélicas
anjos sussurrem músicas fúnebres,
Profunda dor manchada em tuas vestes,
Ostentada morte, punição da vida..
deste anjo mórbido.
by:http://www.angel_morbid.blogger.com.br
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17h41

MAIS UMA BANDA DE GOTHIC METAL
MUITO LOKA ESSA BANDA C CHAMA EPICA
COM SUA VOCAL SIMONE
LINDA EHN!!!
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15h33
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18h53
Trevas
Eu tive um sonho que não era em tudo um sonho
O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas
Vaguejavam escuras pelo espaço eterno,
Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra
Girava cega e negrejante no ar sem lua;
Veio e foi-se a manhã - veio e não trouxe o dia;
E os homens esqueceram as paixões, no horror
Dessa desolação; e os corações esfriaram
Numa prece egoísta que implorava luz:
E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos,
Os palácios dos reis coroados, as cabanas,
As moradas, enfim, do gênero que fosse,
Em chamas davam luz; cidades consumiam-se
E os homens se juntavam juntos às casas ígneas
Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro;
Felizes quanto residiam bem à vista
dos vulcões e de sua tocha montanhosa;
Expectativa apavorada era a do mundo;
queimavam-se as floresta - mas de hora em hora
Tombavam, desfaziam-se - e, estralando, os troncos
Findavam num estrondo - e tudo era negror.
À luz desesperante a fronte dos humanos
Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos
Neles batiam os clarões; alguns, por terra,
Escondiam chorando os olhos,; apoiavam
Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam;
Muitos corriam para cá e para lá,
Alimentando a pira, e a vista levantavam
Com doida inquietação para o trevoso céu
A mortalha de um mundo extinto; e então de novo
Com maldições olhavam a poeira, e uivavam,
Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos
E cheias de terror voejavam junto ao solo,
Batendo asas inúteis; as mais rudes feras
Chegavam mansas e a tremer; rojavam víboras,
E entrelaçavam-se por entre a multidão,
Silvando, mas sem presas - e eram devoradas.
E fartava-se a Guerra que cessara um tempo,
E qualquer refeição comprava-se com sangue;
E cada um sentava-se isolado e torvo,
Empanturrando-se no escuro; o amor findara;
A terra era uma idéia só - e era a de morte
Imediata e inglória; e se cevava o mal
Da fome em todas as entranhas; e morriam
Os homens, insepultos sua carne e ossos;
Os magros pelos magros eram devorados,
Os cães salteavam os seus donos, exceto um,
Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava
Em guarda as bestas e aves e os famintos homens,
Até a fome os levar, ou os que caíam mortos
Atraírem seus dentes; ele não comia,
Mas com um gemido comovente e longo, e um grito
Rápido e desolado, e relambendo a mão
Que já não o agradava em paga - ele morreu.
Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois,
Porém, de uma cidade enorme resistiram,
Dois inimigos, que vieram encontrar-se
Junto às brasas agonizantes de um altar
Onde se haviam empilhado coisas santas
Para um uso profano; eles as revolveram
E trêmulos rasparam, com as mão esqueléticas,
As débeis cinzas, e com um débil assoprar
Para viver um nada, ergueram uma chama
Que não passava de um arremedo; então alcançaram
Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram
O rosto um do outro - ao ver, gritaram e morreram
- Morreram de sua própria e mútua hediondez,
Sem um reconhecer o outro em cuja fronte
Grafara a fome "diabo". O mundo se esvaziara,
O populoso e forte era um informe massa,
Sem estações nem árvore, erva, homem, vida,
Massa informe de morte - um caos de argila dura.
Pararam lagos, rios, oceanos: nada
Mexia em suas profundezas silenciosas;
Sem marujos, no mar as naus apodreciam,
Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem,
Dormiam nos abismos sem fazer mareta,
Mortas as ondas, e as marés na sepultura,
Que já findara sua lua senhoril.
Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens
Tiveram fim; a Escuridão não precisava
De seu auxílio - as Trevas eram o Universo.
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18h42

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loka essa imagen num!
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18h28